SANTIAGO DE COMPOSTELA 2017 - ESGOTADO.

Papa Trilhos® - Fernão Ferro/Seixal

Os Papa Trilhos surgiram a partir de um grupo de amigos que têm em comum o gosto pelo BTT e cujo o lema é "Pedalar com a Natureza".

Aos domingos de manhã alguns elementos da equipa e outros amigos juntam-se para ir pedalar. Por isso se também quiseres ir pedalar, aparece no Parque das Lagoas de Fernão Ferro/Seixal (largo das festas populares - GPS 38,557800º -9,091630º), aos domingos, 08.30h (horário de inverno). Vê a mensagem de
"Ponto de Encontro" publicada todas as semanas onde são agendadas as voltinhas e passeios dessa semana. Uso obrigatório de capacete.
Contactos: papatrilhosbtt@papatrilhos.com

Nota: os participantes em voltinhas ou eventos Papa Trilhos aceitam a cedência dos direitos de imagem nas fotos tiradas para publicação no site.

Calendário Papa Trilhos

Iniciativas Papa Trilhos

- eventos e passeios - consultar calendário.
- Santiago de Compostela 2017 - 15 a 18 de Junho.
- renovação do seguro da FPCUB 2017 - consulta.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

"O aperitivo" - 2015-08-23 - 68km

Reportagem por Joaquim Pena San

Como era necessário verificar e afinar alguns pormenores da parte inicial do nosso percurso para Fátima, o ponto de encontro foi um pouco mais cedo do que o habitual.

Às 7:28h já estávamos a apanhamos o comboio no Fogueteiro rumo à estação de Sete-Rios em Lisboa.


Saímos da estação de Sete-Rios, passamos por baixo da segunda circular, viramos à esquerda e de seguida à direita, seguindo junto à linha do comboio qua vai para Sintra. Nesta parte inicial existem muitos semáforos, pelo que é necessário bastante prudência na sua passagem.


Paramos na Pastelaria Torrita, próximo da estação de comboios de Mercês, para repor as energias.


Estávamo-nos a aproximar de Sintra, com uma bela vista do Palácio da Pena, “Não sei se foi de algum antepassado meu mas pelo nome, He; He; He”


Chegamos à zona do Lourel, circulamos um pouco pela estrada N247, que vai de Sintra para a Ericeira, viramos à esquerda (é necessário muito cuidado nesta viragem), onde começamos a entrar em estradas estreitas mas ainda em alcatrão.


Entretanto começamos a encontrar trilhos bastante engraçados e com boas paisagens.


Atravessamos algumas pequenas localidades, o que torna sempre o passeio agradável, algumas com nomes bastante curiosos.


A parte final do nosso reconhecimento foi bastante engraçado com um trilho com algumas curvinhas, a descer até à travessia de um pequeno riacho. Depois de atravessar o riacho a parte inicial da curta subida não dá para fazer montado.


Abandonamos o track na aldeia da Catrivana, estava-mos mais ou menos a 15Kms da Ericeira, pois estava na hora de regressar a Sintra para apanhar o comboio de regresso a Lisboa e regressar a casa.


Resumindo a altimetria, até à zona de Sintra, onde o percurso é sempre em alcatrão temos três subidinhas para aquecer a manhã da próxima seita-feira.

Normalmente não fazermos reportagens de reconhecimentos dos nossos passeios, mas achamos esta parte do percurso bastante engraçada que quisemos despertar ainda mais a curiosidades de todos os que vão participar nesta 6ª Peregrinação a Fátima.

Participantes: Ni San, Joaquim Pena San e Paulo Alex San.

Voltinha pela nossa Serra antes da grande aventura...Fátima 2015 - 2015-08-23 - 50km

Reportagem por António Ribeiro

Não fugindo à regra, primeiro ponto de encontro Fernão Ferro, segundo Galp da Quinta do Conde às 8.20, todos reunidos lá saímos nós para mais uma voltinha.


Rumámos direitos à estrada da Coca-Cola e a primeira subidinha estava mesmo ali á nossa frente, uns não queriam acreditar (um era eu), outros nem pestanejavam S. Gonçalo acima.


Subidinha dura feita, descemos pelo cai de costas, estradão, entrámos na serra do louro, demos a volta e entrámos novamente no estradão, descemos a lagartixa para mesmo ali ao lado subirmos a nossa amiga cobra.


Paragem obrigatória no jardim de Palmela para descansar um pouco, reunir o grupo e abastecer de água, quando já muitos (um era eu) pensavam de dali era já para casa, eis que o guia resolveu subir os moinhos onde parámos para tirar a foto de grupo.



Foto tirada, agora sim, iniciámos o regresso saindo em Cabanas em direção à Quinta do Conde e Fernão Ferro.

Assim se passou mais um manhã de Domingo na boa companhia dos Papa Trilhos e amigos.

Participaram: Fátima, António, Quim, Carla, Sandra, Nelson, Isabel, Carlos, Paulo Félix, Pedro Félix, Fernando Borda D'Água, Pacheco, Victor Rebelo, Pedro Estevão e mais 2 amigos que não sei o nome.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Minas de São Domingos - 2015-08-17 - 15 Km

Reportagem por Sandra San

Como ficamos na zona após o passeio dos trilhos de baco, decidimos ir dar um passeio na zona de São Domingos mais propriamente ás minas.


Para mostrar aos mais novos uma zona diferente pela qual já fizemos alguns passeios. Já lá vai algum tempo.


Chegamos a meio da manhã a São Domingos onde preparamos as bikes para uma voltinha na zona. Partimos em direção às minas pela estrada, como tínhamos que regressar ao ponto de partida tentamos fazer uma volta em circulo.


No nosso percurso encontramos marcações de uma prova de BTT pela qual seguimos pois assim sabíamos que existia saída ao trilho, pois agora existe algumas zonas vedadas com rede.


Ao longo do percurso fomos parando para ver os vários edifícios abandonados e responder ás perguntas dos mais novos. Podemos verificar que existe um interesse de preservar estes edifícios e a zona envolvente para a história da zona não desapareça…..


Após 15 km estávamos de regresso ao local de partida e prontos para regressar a casa.


Participantes: Gonçalo, Leandro, Sandra e Nelson.

Ponto de Encontro - Semana 35

Para esta semana, a proposta do Ponto de encontro é a seguinte:
- 3ª feira, dia 25: Voltinha nocturna. Ponto de encontro às 19.30h no Parque das Lagoas.
- 6ª feira, dia 28 a 30: 6ª Peregrinação Papa Trilhos a Fátima. Informações sobre os pontos de encontro, programa dos pedalantes e acompanhantes, ver mail.
- domingo, dia 30: Voltinha domingueira Papa Trilhos. Ponto de encontro às 08.00h no Parque das Lagoas, ou às 08.20h na GALP da Qta do Conde.

Caso haja interesse em marcar alguma voltinha, deixem aqui a mensagem para conhecimento do restante pessoal.

Lembretes desta semana:
- 6ª Peregrinação Papa Trilhos a Fátima - dias 28, 29 e 30. Entrega dos cobertores/mantas na 5ª feira para acondicionamento das bikes no autocarro para o regresso. Pontos de encontro e mais informações sobre o programa dos participantes e acompanhantes enviado por mail. Quem não recebeu o mail, entre em contacto. Não esquecer de informar qual o ponto de encontro escolhido - Parque das Lagoas ou estação de Coina.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Trilhos de Baco 2015-08-16 - 25 Km

Reportagem por Nelson San

Como já tem vindo a ser habito os Papa Trilhos têm vindo a participar neste evento de BTT na Vidigueira. Com um numero este ano reduzido de participantes lá saímos de Fernão Ferro no dia anterior para fazer um fim de semana diferente ir acampar, piscinas e sem deixar de ser a participação no passeio de BTT.


À hora marcada lá estávamos nós prontos para mais um passeio sendo este de 25 km pois eramos um grupo pequeno e eu e o Amaro decidimos acompanhar os mais pequenos neste passeio que este ano tinha novidades, pois fazia parte das outras provas em grande parte do percurso e sem guias a acompanhar.


Lá partimos no fim do plutão a um bom ritmo pelos trilhos da Vidigueira como sempre todo o trajeto estava bem marcado e nos cruzamentos pessoal da organização e autoridades.


Cerca dos 20 km tivemos o abastecimento onde paramos para abastecer de líquidos e comer a bela fatia de melão e os bolinhos da praxe.


Com as energias repostas continuamos o nosso percurso com a separação dos passeios sendo o nosso de regresso á Vidigueira ponto de partida.


Cerca de 2 horas após a saída lá estávamos nós a chegar á meta onde o António teve o seu batismo em passeios de BTT..


Tirada a foto da praxe seguimos para Beja onde nos aguardava a Catarina e o Manuel.


Participantes: António, Gonçalo, Leandro, José Amaro, Sandra e Nelson.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

10º Passeio BTT Fexpomalveira - 2015-08-16 - 43Km

Reportagem por Paulo Alex

Era para ser mais um domingo de calmaria, com a programada voltinha domingueira dos Papa Trilhos, mas eis que logo no inicio da semana sou abordado por um mail e logo depois um telefonema... "viste o mail que te enviei... e que tal irmos a este passeio... são só 10€". Bem... já tinha visitado o site, mas o local não era propriamente apelativo por comentários anteriores: "Malveira, aquilo é só subir!". A verdade é que no site estava publicitado o dito passeio, com 45Km de distância e prometidos 1000m de acumulado. Pensei... não há-se ser muito complicado. Depois de todo o processo de autorizações, estávamos aptos para efectivar a inscrição. Eu do lado de cá e o Pena do lado lá (sim, a culpa disto tudo é do Pena), lá nos inscrevemos. Agora já está!

Chegou o domingo e fizemos-nos à estrada... de carro, é claro! Foram 45min até à Malveira (não medi o acumulado) e ao chegarmos fomos tratar de todas a formalidades... check-in, despachar bagagem, controlo de policia, ver a porta de embarque... blá blá blá... (isto é falta de férias!). E ainda encontrámos o nosso amigo Vitor Rebelo.

O dia estava cinzento e já havíamos apanhado uns chuviscos pelo caminho. Sabíamos que iríamos apanhar os trilhos um pouco escorregadios, mas com uma óptima temperatura para a prática do BTT. Depois do briefing da organização, poucos minutos depois das 09.00h iniciámos a nossa aventura pelos trilhos da Malveira. Saímos junto à Junta de Freguesia e os primeiros Kms foram pelas estradas locais, sempre em alcatrão. Ia tudo atrasado para o abastecimento (a julgar pela "velocidez" da maioria dos participantes), pois na publicidade do passeio falava-se numas sandes de leitão.

A verdade é que os primeiros kms foram um pouco rolantes, até entrarmos no trilhos. Aí as coisas mudaram. Nós íamos a um bom ritmo e o GPS acusava 100m de acumulado por cada 5Km percorridos (se for sempre assim, até nem está mau!, pensei eu). Se olharem para o track, vêm que fartamos de dar voltinhas. Podia estar aqui a divagar pelas terriolas que passámos, mas a verdade é que íamos demasiado concentrados no passeio... ou nas sandes!

O primeiro abastecimento foi mais ou menos ao Km 17. Antes já tinha dado a 1ª queda, sem consequências, a não ser o orgulho. Voltando ao abastecimento, lá estavam elas, sandes de leitão, arroz doce, melão, minis (sim, leram bem, minis!), sumos e águas. Cumprimos o ritual, e que bem que soube! Abastecemos de água e continuámos...

Ainda não estávamos a metade do percurso e a coisa até nem estava a correr mal. O tempo continuava bom, os trilhos e paisagens a condizer, alguns trilhos mais técnicos, umas descidas manhosas, umas subidas para o acumulado... enfim, tudo normal, tal como a próxima foto demonstra.

Voltando ao cartaz publicitário, outra característica do passeio era que iríamos passar por dentro da Tapada de Mafra. Já tinha pedalado por alguns dos trilhos da Tapada, por isso sabia que nos esperava mais umas belas paisagens, umas belas subidas e, com sorte, podia ser que nos cruzássemos com algum javali.

Não sei se antes ou já dentro da Tapada, porque não dei por entrar dentro da Tapada, apenas o soube quando vimos o muro a um dos portões de saída, quando fui mais uma vez ao tapete. A roda da frente resvalou ligeiramente num minúsculo ressalto do trilho e... já está! Aqui já fiquem coxo do músculo da perna e pintura riscada, nada de especial, a bicicleta está bem! Mais à frente, perto do Km 31, o 2º abastecimento. Igual ao 1º em termos de conteúdo, reforçado com um apoio mecânico a quem pedimos assistência para lubrificação da corrente (não sei que óleo era, mas o Pena, pela viscosidade, cor, e outras propriedades, concluiu que aquilo devia ser para tractores). Se era ou não, não sei, mas lá ajudou as mudanças a entrarem melhor, pois a corrente já estava seca.

Continuámos dentro da Tapada com a descida da manhã (+/- tipo Tábua, mas sem pontes) e mais umas quantas subidas! Já havíamos passado os 1000m de acumulado e não víamos o fim à vista. Pouco antes do Km 40 lá saímos da Tapada onde os únicos animais que vimos eram de raça humana e também uns quantos cavalos, pois, paralelamente também estava a desenrolar-se um passeio equestre.

1050... 1100... 1150... 1200... Se calhar tinha o GPS com algum defeito, ou então a pressão atmosférica estava a baralhar o barómetro que mede a altimetria. A verdade é que aquilo não parava, e quando pensei que ainda faltam 3Km para terminar, eis que vemos a Malveira! Fim à vista. Ultimo single track para as traseiras do campo de futebol, mais uns metros e chegada! Não foram 45Km, mas umas dezenas acima dos 43Km.

À chegada não houve palmas (sentimos falta da nossa inigualável claque), mas tivemos água quentinha para o banho.

Balanço: foi um passeio duro, mas reconfortante, pois permitiu aferir a condição física para o que aí vem. A exigência técnica também foi acima do que estamos habituado a fazer na nossa Serra, mas como tudo, o desafio foi superado, e com isso a inevitável satisfação.


quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Voltinha pela Figueirinha - 2015-08-16 - 62Km

Reportagem por Ni San

Bom, depois de um baptizado onde os líquidos foram um pouco exagerados ainda ponderei se ia dar a voltinha Domingueira. Pensando bem e como a Peregrinação a Fátima está próxima o melhor é mesmo mexer as pernas, entretanto lá decidi ir, mas já só encontrei o grupo no segundo ponto de encontro, tudo pronto seguimos em rumo a Azeitão.

Passámos à porta da Quinta da Califórnia para reagrupar no cimo do Paraíso onde o Mimosa apareceu com mais um amigo que vinha atrás de nós sem eu dar conta, logicamente que o convidamos se queria vir connosco. Descemos o Paraíso para seguir em frente onde fomos dar ao Vale de Rasca seguindo-se a Comenda.

Reabastecidos, como o movimento para as praias estava fraco e o tempo até estava um pouco fresco segui pela estrada directo à Figueirinha, onde tirámos a foto de grupo.

A direcção tomada foi por Galápos, Não descemos ao Portinho, seguimos em frente onde começámos a fazer contas aos carretos (que subidinha!!!!) acho que estava com um pouco mais de inclinação.

Estava na hora do regresso, descemos e fizemos pela Aldeia da Piedade, estradão da Quinta do Peru e já na Quinta dos FFs quando os últimos resistentes fizeram a sua habitual paragem!!!!! com 62 Kms andados.

Os participantes foram a Isabel Santos, Carlos Prazeres, Daniel Lourenço, Gina , Mimosa, Pacheco, Kimbikes, Arcangelo, Ni, Pedro Estêvão, Rui Inácio fez meia volta e o outro amigo que não sei o nome.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Ponto de Encontro - Semana 34

Para esta semana, a proposta do Ponto de encontro é a seguinte:
- 4ª feira, dia 19: Voltinha nocturna até à serra. Ponto de encontro às 19.30h no Parque das Lagoas.
- sábado, dia 22: Voltinha dos AdolescentesPonto de encontro no Parque das Lagoas às 16.30h.
- domingo, dia 23: Voltinha domingueira Papa Trilhos. Ponto de encontro às 08.00h no Parque das Lagoas, ou às 08.20h na GALP da Qta do Conde.

Caso haja interesse em marcar alguma voltinha, deixem aqui a mensagem para conhecimento do restante pessoal.

Lembretes desta semana:
- solicita-se a regularização das inscrições pendentes da Peregrinação a Fátima. As inscrições não regularizadas até 6ª feira serão anuladas.

domingo, 16 de agosto de 2015

Aniversário de José Amaro - 2015-08-16

Hoje temos um Papa Trilhos aniversariante. Parabéns para ao José Amaro.


sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Voltinha surpresa ( para quem não sabia)...Voltinha do Sado - 2015-08-09 - 73kms

Reportagem por Maria de Fátima

A 3 semanas da peregrinação a Fátima, convém treinar e prepararmo-nos bem, facto a que o nosso guia não ficou alheio e resolveu neste Domingo guiar-nos numa voltinha mais longa.

Como todo o pessoal reunido saimos da Quinta do Conde em direção à recta da makro, Quinta do Anjo, Venda do Alcaide, Poço Mouro e Praias do Sado, onde o nosso Presidente tentou filmar em primeira mão um comboio em andamento, mas com um senão... mas as coisas não correram bem, não pelo comboio, mas porque ele se esqueceu de ligar a camâra...acontece!

Seguimos para Setúbal com um calor infernal, para abastecermos de água e preparar o regresso, atravessámos a cidade, subimos a cobra e parámos no jardim de Palmela para tirar a foto de grupo.

Foto tirada, o calor a apertar cada vez mais iniciámos o regresso a casa, uns ficando pela Quinta do Conde e os restantes rumando a Fernão Ferro.

Participaram:
Fátima, António, Sandra, Nelson, Ni, Paulo Alex, Gina, Mimosa, Carla, Quim, Paulo Félix, Pedro Félix, Arcangelo, Pedro Santos, Rui Inácio, Victor Rebelo, Pedro Estevão e outro amigo que não me recordo o nome.

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Arrabida Wild Park Safari - 2015-08-02 – 60Km

Reportagem por Pedro Santos


Já com o Sol a queimar, eram poucos os que desciam de Fernão Ferro, mas suficientes para a escolta ao guia do dia – o Ni. Ainda nem saímos para a voltinha e já o guia começa a ser incentivado a trazer dificuldade para a coisa. Sempre muito - demasiado mesmo - na “horizontal”, num percurso que, embora longo, ainda não passava de aquecimento, começa-se a deslumbrar o lado escolhido para a entrada na serra. Alguns ainda iam ficando felizes pelo adiar das subidas mas é então que, finalmente, lá apareceu uma ou duas, mas das boas, daquelas que nos fazem fazer contas de cabeça quanto custa meter mais uns dentes na cassete...

Com o sangue a ser canalizado para as pernas, e como este é finito, a grande intensidade das poucas (raras) subidas obrigou a dispensar parte do que serviria à oxigenação do cérebro, o que nos permitiu entrar na serra pelo lado da “Arrabida Wild Park”! Não é fácil conseguir encontrar este ponto de entrada já que este requer uma enorme falta de preparação, aliada à presença de algumas subidas. Um pouquito de álcool, remanescente do ainda jantar de sábado à noite também ajuda! Só com estes ingredientes é possível ver cenários alternativos, impedidos a pessoas num estado, dito, normal. Felizmente, foi possível registar fotograficamente alguns desses momentos e assim partilhá-los com os que não conseguiram alcançar o tal, exigido, estado. Os trilhos escolhidos pelo guia foram em determinada altura bastante interessantes, permitindo entrar em atmosferas bastante selvagens da serra da Arrábida, onde até se deslumbraram algumas visões menos frequentes nas nossas voltas domingueiras. Haviam por ali uma(s) pessoa(s) que se servem frequentemente da figura da “liberdade de expressão” e a adaptam para “liberdade de garganta”. Os pedidos para subidas continuavam, mas quando apareciam (raramente), lá haviam os comentários de fundo: - É só garganta!

Continuando os trilhos encantados, por assim dizer, passámos ao lado de alguns animais. Aqui pode observar-se nitidamente como eram vistos estes seres selvagens, quando observados pelo pessoal que se enquadra nas pessoas “normais”:

Mas estes animais, quando observados por quem ainda se encontram com a gestão de oxigénio activada para a função de “Recuperação”, a figura era parecida, mas não igual!

O guia, provavelmente apercebendo-se que andavam por ali uns deficitários de água e comida (e descanso) decide então levar-nos até Palmela, para tirarmos a fotografia de grupo. Aproveita-se para repor os níveis de discernimento para um mínimo aceitável. Volta-se à montada desta vez em direcção a Pinhal Novo. E não é que o nosso guia, também com alguma provável lacuna, lamentavelmente para alguns, impiedoso para outros, decide aumentar, de forma drástica, a dificuldade da volta? Numa decisão que poucos estavam à espera, de forma surpreendente, não fomos aos Pasteis de Nata! Acreditem! Passámos ao lado e não parámos!!! Enfim, nem tudo pode ser perfeito, mas deixa aqui algum potencial para algo que pode vir a ser melhorado e corrigido, em voltinhas futuras. Mas pronto, lá no fundo, no fundo, os mais gordinhos agradecem, mesmo sendo esses os mais sequiosos pelo famoso pastelinho... Resultado desta situação de improviso, uma leoa (não, não foi a Fátima), decide-se atirar de forma impiedosa ao António! Conseguindo este escapar ileso, o mesmo não se pode dizer da bicicleta que ficou com um probleminha na pedaleira, mas que eliminou as mudanças. Já quanto à leoa, era perfeitamente visível o ar de satisfação pela conseguida paragem forçada.

Como se costuma dizer, o azar de uns é a sorte de outros. Houve quem aproveitasse para se abastecer, até porque havia espaço, antes reservado para hipotéticos pasteis de nata.

Ah pois é! Não se caça com cão, caça-se com gato, o que também não correu assim tão mal, já que a avaria demorou bastante a ser arranjada. Enquanto uns estavam na desgraça a arranjar bicicletas e a remendar furos, outros iam aproveitando as maravilhas que a selva nos pode dar... Neste momento, não era na SELVA, mas sim na SILVA...

Mal começamos a andar, não é que vem um furo? E quem era? O António!! Era o dia não do António! Já diz o ditado (outro) que por detrás de um grande homem está uma grande mulher. Esse facto ficou perfeitamente constado nesta volta. Ao ver o António inoperacional pelo acumular de problemas técnicos ...

...eis que a Fátima decide assumir a cabeça do pelotão e assim obriga, como líder, a manter sempre elevado o ritmo da volta. Era o dia SIM da Fátima. Neste caso, pela enorme coincidência dos protagonistas, pode afirma-se que as contas “sorte-azar” ficaram balanceadas, lá em casa ;) Os furos são como os azares, vêm sempre aos pares. Como na bicicleta do António por mais problemas que aparecessem já não conta como “par” para assegurar verdadeiro este ditado popular, o Pacheco decidiu contribuir com mais um furito e assim manter viva a verdade absoluta dos dizeres. Lá se passaram mais uns momentos com alguns à sombra, a olhar, e um a trabalhar:

Mas como sempre, lá se arranjou (tapou) o furo e a bicicleta rolava de novo. Era visível o ar de vitória!

O grupo começava a apresentar grande vontade de regressar a casa, até porque o sol continuava a queimar e nós também já estávamos a começar a ficar queimados... Uns saiam para um um lado, outros iam para outro e o grupo lá ia perdendo elementos à medida que a volta chegava ao fim. Mais uma grande surpresa, quando se iniciava mais uma separação do grupo, não é que surge, do nada, um carro onde que a igualdade de género estava totalmente comprometida pelo domínio absoluto feminino no seu apinhado interior, austentando um ramo de flores na mão, a gritar pelos que ainda se dirigiam ao último estágio da volta. Acho que isto é “IMPULSE”! É claro que eu, também por “Impulso” saltei de imediato do grupo que se dirigia já para casa, e passei de imediato a integrar este outro, muito mais bem acompanhado, diga-se. Talvez por inexperiência, ou por excessiva consciência, o guia deixa escapar o dito automóvel. Claro, após esta perda, tivemos que ter uma conversa pessoal, só entre nós dois, explicando que há limites e para que, da próxima, não deixar ir assim....

O Arcângelo, arrependido de ter ido cedo demais para casa, à boleia dum dos grupos que havia já ido mais cedo para casa, decidiu, e bem, juntar-se neste último ponto da volta: O ponto da “Mine”.

E pronto, todos lá chegamos a casa e, apesar de algumas paragens forçadas, até se manteve um ritmo bastante interessante, resultante das raras e poucas subidas.

Nota: reportagem enviada a 12 Agosto, ou seja, depois do prazo para a respectiva contabilização de kms.