Lembretes desta semana:
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Reportagem por Paulo Alex
Domingo de manhã voltou a ser dia de juntar a malta para mais uma voltinha Papa Trilhos. O ponto de encontro foi-se compondo e rapidamente se percebeu que a adesão ia ser forte. No final das contas éramos 15 pedalantes, o maior grupo das domingueiras de 2026 até agora.
A manhã ficou também marcada por duas notas especiais dentro do grupo. Por um lado, a Isabel apareceu com a sua nova bicicleta, entrando oficialmente no modo eléctrico. Nova máquina, primeiras pedaladas e curiosidade geral do grupo para ver como se portava a nova companheira de trilhos.
Por outro, tivemos também o regresso do Nelson às voltinhas Papa Trilhos, sendo recebido como manda a tradição: com cumprimentos, algumas bocas bem‑dispostas e muitos quilómetros pela frente.
Cumprimentos feitos, bicicletas afinadas e lá arrancámos em ritmo descontraído, como manda a tradição destas voltas. A ideia era simples: rolar pelos trilhos habituais da zona, aproveitar a manhã e somar mais alguns quilómetros nas pernas.
Segundo o registo da atividade no Strava:
Distância: cerca de 46 km
Acumulado: cerca de 625m de desnível positivo
Uma volta equilibrada, com zonas rolantes, alguns trilhos divertidos e partes mais arenosas que obrigaram a atenção redobrada.
Um dos momentos mais curiosos da manhã aconteceu na passagem pelo conhecido Trilho dos Moinhos.
Foi aí que encontrámos a Papa Trilho Marlene, acompanhada das esposas Papa Trilhos Nanda Pena e Fátima Saiote, que estavam a aproveitar a manhã para fazer uma caminhada pela zona.
Houve direito a paragem rápida, cumprimentos e algumas brincadeiras entre pedalantes e caminhantes, antes de cada grupo seguir o seu caminho.
Como em quase todas as voltas de BTT, também houve espaço para dois pequenos episódios de contacto com o chão — felizmente sem consequências e em modo soft.
A primeira queda aconteceu com o Eduardo, irmão do Kim, mesmo à entrada do lar de idosos. Uma daquelas quedas inesperadas a baixa velocidade que acabam por provocar mais risos do que preocupação.
Mais tarde, já na zona de Penalva, foi a vez do Paulo Alex experimentar a consistência da areia. A roda dianteira decidiu fugir da linha e lá foi ele para o chão… nada de grave, apenas mais uma história para contar no final da volta.
Lamentamos mas não temos registo fotográfico das quedas. Falha de reportagem que não compreendemos como aconteceu, dada a importância do acontecimento.
A domingueira contou ainda com uma visita especial. Tivemos a companhia do Carlos Lopes, bem conhecido entre os Papa Trilhos pelas suas habilidades nos trilhos da falésia da Fonte da Telha.
O Carlos trouxe reforços: o sobrinho Rafael e o amigo João, que se juntaram ao grupo nesta manhã de BTT.
Com 15 bicicletas no trilho, houve de tudo um pouco: ataques nas pequenas subidas, conversas ao longo dos estradões e algumas esperas naturais para manter o grupo unido.
Mas como sempre nestas voltas, o mais importante não são os números do GPS — é mesmo o prazer de pedalar em grupo, aproveitar os trilhos e passar uma boa manhã entre amigos.
Mais uma domingueira Papa Trilhos bem passada, com quilómetros, trilhos e boa disposição.
Agora é descansar as pernas… porque no próximo domingo, se tudo correr bem, há mais trilhos à espera das nossas rodas.
Reportagem por Paulo Alex
Domingo de manhã, daqueles em que o despertador custa um pouco mais a ouvir… mas basta espreitar pela janela para perceber que está um dia perfeito para pedalar. O ponto de encontro foi-se compondo aos poucos e, quando demos por isso, já éramos 11 pedalantes prontos para mais uma voltinha domingueira pelas encostas da Serra da Arrábida.
Cumprimentos feitos, bicicletas afinadas e lá arrancámos em ritmo descontraído, como manda a tradição das domingueiras. A conversa ainda ia animada quando começámos a aproximar-nos da serra… sinal de que o aquecimento estava a terminar e que as coisas iam começar a inclinar.
A primeira subida a sério do dia foi, antes da conhecida Subida da Madalena, foi a que normalmente fazemos a descer que vem desaguar à estrada da Arrábida com muita brita e regos no final, só que desta vez fomos fazer o teste ao contrário. Acho que foi a primeira vez que a fizemos a subir.
Como é habitual, o grupo começou a esticar um pouco. Cada um encontrou o seu andamento, sempre com o objetivo comum de chegar lá acima com as pernas ainda capazes de enfrentar o resto da manhã.
No topo juntámo-nos novamente, aproveitando para recuperar o fôlego e apreciar a tranquilidade da serra.
Seguiu-se um troço rolante que nos levou até à zona do Parque de Campismo de Picheleiros. Mas antes de lá chegar ainda havia mais uma subida para enfrentar.
A subida do Parque de Campismo apareceu já com alguns quilómetros nas pernas. Não é das mais longas da serra, mas tem inclinação suficiente para obrigar a trabalhar bem as mudanças e a manter a pedalada redonda.
Este trilho, feito no sentido a subir, situado na zona das antigas pedreiras da serra, é daqueles que nunca passam de moda: curvas apertadas, pedra solta e algumas passagens que obrigam a escolher bem a linha.
Com 11 bicicletas na serra, houve de tudo um pouco: ataques nas subidas, brincadeiras pelo caminho e muitas histórias trocadas entre pedaladas.
Mas como sempre nestas voltas, o mais importante não foi o ritmo nem os números do GPS — foi mesmo o prazer de pedalar em grupo, de aproveitar os trilhos da Arrábida e de passar mais uma manhã bem passada.
A Serra da Arrábida continua a ser um verdadeiro parque de diversões para quem gosta de BTT, e desta vez não foi exceção. Mais uma domingueira Papa Trilhos concluída com sucesso.
Agora é descansar as pernas… porque no próximo domingo, se tudo correr bem, há mais trilhos à espera das nossas rodas. No total, fizemos cerca de 44Km e 732m de acumulado, o maior acumulado deste ano em jeito inicial de preparação para a travessia Papa Trilhos deste ano.
Reportagem por Paulo Alex
A manhã de domingo apresentou-se perfeita para mais uma aventura sobre rodas. Nove pedalantes responderam à chamada e juntaram-se para uma volta que prometia trilhos, paisagens e boa companhia — e que ainda contou com um destaque especial: o tão aguardado regresso do Mário ao pelotão Papa Trilhos.
Parte de percuso foi conduzido pelo Kimbikes que nos levou a alguns single tracks na zona das pedreiras.
Houve momentos de pura diversão, com curvas rápidas, zonas mais técnicas e aquele equilíbrio perfeito entre esforço e recompensa. Para alguns, foram trilhos novos; para outros, revisitas cheias de nostalgia. Mas para todos, foram simplesmente épicos.
E claro, ninguém resistiu à fotografia do costume — afinal, o baloiço é quase um símbolo não-oficial das voltas pela Serra.
Reportagem por Vitor Rebelo
Reportagem por Pedro Felix
Numa bela manhã de domingo, lá foram os Papa Trilhos para mais uma voltinha domingueira, com algumas surpresas, como a minha presença, já que não andava há anos.
Quando cheguei ao Parque das Lagoas, às 08h30, o caríssimo presidente Paulo Alex, em conjunto com o Ni, começou a decidir por onde os Papa Trilhos iam passar. Acabaram por decidir ir até ao Pinhal Novo, mas ainda era preciso escolher se íamos por caminhos mais inclinados ou mais planos (obrigado, Pedro Santos, por ajudares na opção mais plana, ahahah). E lá seguiram os Papa Trilhos.
Seguimos em direção à Quinta do Conde, onde nos cruzamos com o amigo Morais, que se juntou a nós. Continuamos até Penalva, onde o caminho estava cheio de lama e valas abertas por causa da água.
Quando chegámos ao Pinhal Novo, alguns dos Papa Trilhos foram beber café e comer uns pastéis de nata, enquanto outros ficaram cá fora simplesmente a descansar. Depois, acabámos por tirar a fotografia de grupo.
Já à chegada a Fernão Ferro, fomos deixando os pedalantes nas suas respectivas casas, até regressamos ao Parque das Lagoas.
Participantes : Paulo, Ni, Pedro Santos, Pedro Felix, Amaro, Filipe, Bulhão, Eduardo, Pacheco, José Palma.
Reportagem por Filipe Campos
Domingo Magro de Carnaval, como é da praxe, ponto de encontro no Parque das Lagoas, para mais uma volta de BTT, e de realçar como o aspeto mais positivo, a ausência de chuva!
O pessoal foi chegando, e de repente, olham dois caramujos, um para o outro, “não foste ao Carnaval”?Perguntam vocês? o que este gajo está aqui a escrever? Fica para depois a explicação!
Vamos então, Ni ao comando, temos que pedalar, contornar a chuva, e procurar o melhor terreno.
Saímos de Fernão Ferro, direção à QT Conde/ ADQC, Azeitão ainda com a estrada por arranjar, e valas inesperadas pela frente, construídas pela força da natureza, Alcube, (nota: as bikes passaram, e conseguimos deixar um veículo de todo o terreno, atolado para trás (acho que alguém tirou fotos?…)Necessidades, a bela lagartixa a descer, que maravilha…e depois? Há que subir! Vamos lá então Cobra, e a seguir logo o Castelo de Palmela!
Porra…após uns meses, sem pedalar, imaginem a esfrega!
Depois foi descer, e o ponto agradável da manhã, café e pastel de nata!
A partir daí, tudo foi mais fácil, baterias carregadas e toca a descer.
Rumo à QT Conde, já mais fortes, tivemos que levar com uma chuva, embora calminha, mas teve quer ser, caso contrário, não era a mesma coisa.
Aproveito para agradecer a camaradagem deste grupo, em esperar sempre pelo companheiro, que está menos em forma!
Nesta volta, participaram: Paulo Alex, Ni, António Sá, Pacheco, Filipe Campos, e o amigo Eduardo Bikes. Foram 49 Km/ 567+.