Lembretes desta semana:
- N/A
Reportagem por Luis Painço
Olá amigos e conhecidos. E foi neste primeiro dia de Primavera que 10 atrevidos cavaleiros do metal (e do carbono) se encontraram no já famoso Parque das Lagoas em Fernão Ferro. Saindo deste local lá fomos em direção á Quinta do Conde por caminhos e atalhos de BTT para não nos cruzarmos com viaturas (que nesta altura do campeonato já deviam estar a descansar ao Domingo de manhã por causa dos aumentos no preço do combustível). Já na Quinta do Conde fomos em direção á ADQC e daí para a nacional atravessando o rio Coina. Daí até Casal dos Bolinhos onde a estrada tinha desmorenado, provavelmente por causa das fortes chuvadas dos últimos meses.
Daqui fomos até Brejos de Azeitão, Picheleiros e adega da California.
Tempo ainda para algumas quedas e depois para a descida da California. Chegados perto da Aldeia Grande embicámos para o antigo caminho da Comenda (que para mim já estava barrada a nossa passagem desde á alguns anos, o que não era verdade). Muita lama e barro vermelho depois lá chegámos ao caminho da Comenda e daí até onde pudemos ir sem atravessar propriedades delimitadas por qualquer meio.
Daqui fomos sempre a andar pelo trilho do Hotel, até chegarmos ao Hotel da Casa de Palmela o qual poderá permitir fazer uma escapadinha ao pé de casa para alguns de nós.
Atravessando a Nacional para Setúbal fomos em direção á subida do tanque e daí até ao kamikaze e o Alcube em força.
Quando já tudo estava a parecer que o retorno a casa seria já a seguir, lá fomos á "Subida curta mas Chiça" para atravessar a serra do Louro.
Daí foi sempre a descer a abrir até Cabanas e daí até pela Ciclovia para irmos até Vila Amélia.
Como tínhamos de retornar a casa tivemos obviamente de ir outra vez por dentro da Quinta do Conde. Já sem bateria e com a combustão nos vapores lá cheguei a casa fazendo cerca de 45km com 670m de acumulado em 3h24m.
Os pedalantes do BTT foram Mario Bulhão, Paulo Morais, Filipe Campos, Luis Painço, Morais, Carlos Lopes, Ni, Gonçalo Francisco, Nelson Francisco e Eduardo Costa.
Nota: reportagem enviada dentro do prazo.
Reportagem por Paulo Alex
Domingo de manhã voltou a ser dia de juntar a malta para mais uma voltinha Papa Trilhos. O ponto de encontro foi-se compondo e rapidamente se percebeu que a adesão ia ser forte. No final das contas éramos 15 pedalantes, o maior grupo das domingueiras de 2026 até agora.
A manhã ficou também marcada por duas notas especiais dentro do grupo. Por um lado, a Isabel apareceu com a sua nova bicicleta, entrando oficialmente no modo eléctrico. Nova máquina, primeiras pedaladas e curiosidade geral do grupo para ver como se portava a nova companheira de trilhos.
Por outro, tivemos também o regresso do Nelson às voltinhas Papa Trilhos, sendo recebido como manda a tradição: com cumprimentos, algumas bocas bem‑dispostas e muitos quilómetros pela frente.
Cumprimentos feitos, bicicletas afinadas e lá arrancámos em ritmo descontraído, como manda a tradição destas voltas. A ideia era simples: rolar pelos trilhos habituais da zona, aproveitar a manhã e somar mais alguns quilómetros nas pernas.
Segundo o registo da atividade no Strava:
Distância: cerca de 46 km
Acumulado: cerca de 625m de desnível positivo
Uma volta equilibrada, com zonas rolantes, alguns trilhos divertidos e partes mais arenosas que obrigaram a atenção redobrada.
Um dos momentos mais curiosos da manhã aconteceu na passagem pelo conhecido Trilho dos Moinhos.
Foi aí que encontrámos a Papa Trilho Marlene, acompanhada das esposas Papa Trilhos Nanda Pena e Fátima Saiote, que estavam a aproveitar a manhã para fazer uma caminhada pela zona.
Houve direito a paragem rápida, cumprimentos e algumas brincadeiras entre pedalantes e caminhantes, antes de cada grupo seguir o seu caminho.
Como em quase todas as voltas de BTT, também houve espaço para dois pequenos episódios de contacto com o chão — felizmente sem consequências e em modo soft.
A primeira queda aconteceu com o Eduardo, irmão do Kim, mesmo à entrada do lar de idosos. Uma daquelas quedas inesperadas a baixa velocidade que acabam por provocar mais risos do que preocupação.
Mais tarde, já na zona de Penalva, foi a vez do Paulo Alex experimentar a consistência da areia. A roda dianteira decidiu fugir da linha e lá foi ele para o chão… nada de grave, apenas mais uma história para contar no final da volta.
Lamentamos mas não temos registo fotográfico das quedas. Falha de reportagem que não compreendemos como aconteceu, dada a importância do acontecimento.
A domingueira contou ainda com uma visita especial. Tivemos a companhia do Carlos Lopes, bem conhecido entre os Papa Trilhos pelas suas habilidades nos trilhos da falésia da Fonte da Telha.
O Carlos trouxe reforços: o sobrinho Rafael e o amigo João, que se juntaram ao grupo nesta manhã de BTT.
Com 15 bicicletas no trilho, houve de tudo um pouco: ataques nas pequenas subidas, conversas ao longo dos estradões e algumas esperas naturais para manter o grupo unido.
Mas como sempre nestas voltas, o mais importante não são os números do GPS — é mesmo o prazer de pedalar em grupo, aproveitar os trilhos e passar uma boa manhã entre amigos.
Mais uma domingueira Papa Trilhos bem passada, com quilómetros, trilhos e boa disposição.
Agora é descansar as pernas… porque no próximo domingo, se tudo correr bem, há mais trilhos à espera das nossas rodas.
Reportagem por Paulo Alex
Domingo de manhã, daqueles em que o despertador custa um pouco mais a ouvir… mas basta espreitar pela janela para perceber que está um dia perfeito para pedalar. O ponto de encontro foi-se compondo aos poucos e, quando demos por isso, já éramos 11 pedalantes prontos para mais uma voltinha domingueira pelas encostas da Serra da Arrábida.
Cumprimentos feitos, bicicletas afinadas e lá arrancámos em ritmo descontraído, como manda a tradição das domingueiras. A conversa ainda ia animada quando começámos a aproximar-nos da serra… sinal de que o aquecimento estava a terminar e que as coisas iam começar a inclinar.
A primeira subida a sério do dia foi, antes da conhecida Subida da Madalena, foi a que normalmente fazemos a descer que vem desaguar à estrada da Arrábida com muita brita e regos no final, só que desta vez fomos fazer o teste ao contrário. Acho que foi a primeira vez que a fizemos a subir.
Como é habitual, o grupo começou a esticar um pouco. Cada um encontrou o seu andamento, sempre com o objetivo comum de chegar lá acima com as pernas ainda capazes de enfrentar o resto da manhã.
No topo juntámo-nos novamente, aproveitando para recuperar o fôlego e apreciar a tranquilidade da serra.
Seguiu-se um troço rolante que nos levou até à zona do Parque de Campismo de Picheleiros. Mas antes de lá chegar ainda havia mais uma subida para enfrentar.
A subida do Parque de Campismo apareceu já com alguns quilómetros nas pernas. Não é das mais longas da serra, mas tem inclinação suficiente para obrigar a trabalhar bem as mudanças e a manter a pedalada redonda.
Este trilho, feito no sentido a subir, situado na zona das antigas pedreiras da serra, é daqueles que nunca passam de moda: curvas apertadas, pedra solta e algumas passagens que obrigam a escolher bem a linha.
Com 11 bicicletas na serra, houve de tudo um pouco: ataques nas subidas, brincadeiras pelo caminho e muitas histórias trocadas entre pedaladas.
Mas como sempre nestas voltas, o mais importante não foi o ritmo nem os números do GPS — foi mesmo o prazer de pedalar em grupo, de aproveitar os trilhos da Arrábida e de passar mais uma manhã bem passada.
A Serra da Arrábida continua a ser um verdadeiro parque de diversões para quem gosta de BTT, e desta vez não foi exceção. Mais uma domingueira Papa Trilhos concluída com sucesso.
Agora é descansar as pernas… porque no próximo domingo, se tudo correr bem, há mais trilhos à espera das nossas rodas. No total, fizemos cerca de 44Km e 732m de acumulado, o maior acumulado deste ano em jeito inicial de preparação para a travessia Papa Trilhos deste ano.
Reportagem por Paulo Alex
A manhã de domingo apresentou-se perfeita para mais uma aventura sobre rodas. Nove pedalantes responderam à chamada e juntaram-se para uma volta que prometia trilhos, paisagens e boa companhia — e que ainda contou com um destaque especial: o tão aguardado regresso do Mário ao pelotão Papa Trilhos.
Parte de percuso foi conduzido pelo Kimbikes que nos levou a alguns single tracks na zona das pedreiras.
Houve momentos de pura diversão, com curvas rápidas, zonas mais técnicas e aquele equilíbrio perfeito entre esforço e recompensa. Para alguns, foram trilhos novos; para outros, revisitas cheias de nostalgia. Mas para todos, foram simplesmente épicos.
E claro, ninguém resistiu à fotografia do costume — afinal, o baloiço é quase um símbolo não-oficial das voltas pela Serra.
Reportagem por Vitor Rebelo
Reportagem por Pedro Felix
Numa bela manhã de domingo, lá foram os Papa Trilhos para mais uma voltinha domingueira, com algumas surpresas, como a minha presença, já que não andava há anos.
Quando cheguei ao Parque das Lagoas, às 08h30, o caríssimo presidente Paulo Alex, em conjunto com o Ni, começou a decidir por onde os Papa Trilhos iam passar. Acabaram por decidir ir até ao Pinhal Novo, mas ainda era preciso escolher se íamos por caminhos mais inclinados ou mais planos (obrigado, Pedro Santos, por ajudares na opção mais plana, ahahah). E lá seguiram os Papa Trilhos.
Seguimos em direção à Quinta do Conde, onde nos cruzamos com o amigo Morais, que se juntou a nós. Continuamos até Penalva, onde o caminho estava cheio de lama e valas abertas por causa da água.
Quando chegámos ao Pinhal Novo, alguns dos Papa Trilhos foram beber café e comer uns pastéis de nata, enquanto outros ficaram cá fora simplesmente a descansar. Depois, acabámos por tirar a fotografia de grupo.
Já à chegada a Fernão Ferro, fomos deixando os pedalantes nas suas respectivas casas, até regressamos ao Parque das Lagoas.
Participantes : Paulo, Ni, Pedro Santos, Pedro Felix, Amaro, Filipe, Bulhão, Eduardo, Pacheco, José Palma.
Reportagem por Filipe Campos
Domingo Magro de Carnaval, como é da praxe, ponto de encontro no Parque das Lagoas, para mais uma volta de BTT, e de realçar como o aspeto mais positivo, a ausência de chuva!
O pessoal foi chegando, e de repente, olham dois caramujos, um para o outro, “não foste ao Carnaval”?Perguntam vocês? o que este gajo está aqui a escrever? Fica para depois a explicação!
Vamos então, Ni ao comando, temos que pedalar, contornar a chuva, e procurar o melhor terreno.
Saímos de Fernão Ferro, direção à QT Conde/ ADQC, Azeitão ainda com a estrada por arranjar, e valas inesperadas pela frente, construídas pela força da natureza, Alcube, (nota: as bikes passaram, e conseguimos deixar um veículo de todo o terreno, atolado para trás (acho que alguém tirou fotos?…)Necessidades, a bela lagartixa a descer, que maravilha…e depois? Há que subir! Vamos lá então Cobra, e a seguir logo o Castelo de Palmela!
Porra…após uns meses, sem pedalar, imaginem a esfrega!
Depois foi descer, e o ponto agradável da manhã, café e pastel de nata!
A partir daí, tudo foi mais fácil, baterias carregadas e toca a descer.
Rumo à QT Conde, já mais fortes, tivemos que levar com uma chuva, embora calminha, mas teve quer ser, caso contrário, não era a mesma coisa.
Aproveito para agradecer a camaradagem deste grupo, em esperar sempre pelo companheiro, que está menos em forma!
Nesta volta, participaram: Paulo Alex, Ni, António Sá, Pacheco, Filipe Campos, e o amigo Eduardo Bikes. Foram 49 Km/ 567+.
Reportagem por Paulo Alex
Este domingo de manhã foi daqueles que fazem valer a pena calçar os sapatos, levantar cedo e pedalar. Às 08:40, com as bicicletas já prontas e o espírito leve, 5 Papa Trilhos arrancaram para mais uma aventura de BTT, com destino a um dos pedaços mais singulares da costa sul do Rio Tejo — a Cova do Vapor.
O trajeto que fizemos começou em Fernão Ferro e foi desenhado para equilibrar esforço, vistas e boa companhia. Ao longo de ≈49 km, passámos por misturas de zonas de estrada, trilhos costeiros e caminhos mais tranquilos, acumulando cerca de 381 m de desnível positivo na manhã fresca de domingo.

Foi um passeio com ritmo moderado — sem pressa, mas com vontade de sentir o vento e curtir cada quilómetro.
A Cova do Vapor é uma antiga aldeia de pescadores que ao longo dos anos cresceu em torno da fusão do rio com o oceano — uma zona balnear cheia de carácter e história, com ruas estreitas, casas pirâmidais e um ambiente diferente de qualquer outro cantinho da costa.
E como toda boa voltinha domingueira tem direito a “recompensa gastronómica”, antes de regressarmos parámos no café habitual para uma bola de Berlim suculenta 🥯 — tradição sagrada para quem já gastou tanta energia numa manhã assim.

Este passeio até à Cova do Vapor foi muito mais do que uma volta de bicicleta: foi um pequeno ritual de domingo que juntou natureza, exercício, convívio e sabores simples. Percursos como este — com trilhos variados, paisagens únicas e um destino com alma — são o tipo de programas que nos lembram porque é que adoramos pedalar.

Reportagem por José Palma
Em dias de eleições, nada como dar umas pedaladas para refrescar a
memória, e aproveitar a pausa temporária da chuva que já chateia e que não
abala.

Ponto de encontro habitual e 7 PTs corajosos no local para o que der e
vier. A decisão da escolha da volta não era fácil, a fim de evitar locais
alagados, mas o guia é de confiança e lá iniciámos a volta passando pelo
complexo do Pinhal General em direção aos Brejos de Azeitão, com paragem
surpresa para o café, a fim de carregar as baterias. Seguimos em direção a
Casais da Serra pelos Picheleiros, com subidas e descidas a rigor, entre charcos
e lagoas e quedas à mistura, animando a malta, porque faz parte do BTT.

Ajustando a bússola para o regresso, seguimos em direção ao estradão
do Perú, passando pela Quinta dos Catralvos e outros trilhos com muita água à
mistura e boa disposição.

Último esforço em direção a casa, com a cabeça mais arejada, com convicção
que precisamos de mais voltas destas para recuperar a forma, pois temos um
desafio importante que não tarda aí.

Participantes: Paulo, Ni, Vitor, Isabel, Amaro, Eduardo e Palma.
Reportagem por Ni San
Domingo friorento mas com vontade de exercitar as pernas, lá apareceram uns doidos no ponto de encontro. O guia apontou as baterias para o lado da Apostiça. Pelo caminho encontramos os trilhos com verdadeiros Lagos

Reportagem por Pedro Santos
Na véspera, os amigos Pedaleiros de Sintra combinam uma voltinha aqui pela margem sul e, como eu já não os via há… algum tempo, a ideia de os acompanhar começou a ganhar força.
Começa o desenho de uma ideia: Os Papa Trilhos iniciam pelas 8:30 em Fernão Ferro e os Pedaleiros de Sintra tinham ponto de encontro às 9:30, num ponto alcançável em 12 Km de BTT. Perfeito, a ideia começou a ganhar forma.
No momento de pôr em prática, em contraste com uma caminha bem confortável, estava um dia não exageradamente frio, mas com leve humidade aérea descendente, onde o São Pedro decidiu desrespeitar a meteorologia do Google. Mesmo assim, tivemos no ponto de encontro às 8:30, nove pedalantes que preferiram vestir o impermeável e pegar na bicicleta! Um pequeno sabor aos velhos tempos do, faça chuva, faça vento, eramos sempre aos mangotes!
Desafio lançado, de acompanharmos os Pedaleiros de Sintra, numa espécie de Festa Surpresa, com os horários dos barcos de retorno a Lisboa a servir de bitola para as agendas do nosso pessoal.
Era exequível! Aceitaram a ideia!
Carregando o ponto X no gadget tecnológico do Alex, surge a rota no visor, não havia por onde enganar: Era um “só” atravessar a Apostiça.
Já na logística dos Pedaleiros de Sintra, havia também um trajeto, com travessia do Tejo a iniciar-se nas docas de Belém para apanhar o barco das 8:30h. Há alguma ambição neste planeamento, porque haveria já uma deslocação em bicicleta, desde casa até ao cais, e depois do Porto Brandão até Marisol. Soou suficientemente ambicioso para não haver muitos voluntários a acompanhar o Paulo Rodrigues e o Bruno Rodrigues, motivando os restantes a irem de carro diretamente para o ponto de encontro.
Numa pontualidade típica dos nórdicos, conseguimos estar exatamente às 9:30 no ponto X, algures em Marisol, onde encontrámos seis pedalantes já preparados para a aventura.
Chegámos com o típico:
– Surpreeeeeeesaaaaaaaa!!!
– Não nos conhecem, não nos convidaram, mas vamos convosco!

Com a incerteza possível destas aparições não previstas, parece que a ideia foi bem recebida, e iniciamos a segunda parte da volta. Agora, era já oficialmente o passeio dos Pedaleiros de Sintra.
E conseguiram surpreender-nos com alguns Singletrack muito interessantes, algures entre a Apostiça e a zona da Caparica.

Nesta incursão, tivemos um retorno às famosas rotundas do BTT, desde árvores cortadas a impedir continuar a direção, como autênticas lagoas formadas onde antes estavam os estradões.

Muita lama, muita pasta com aspeto de lama mas de odores um pouco piores, muita areia, obstáculos no caminho, água de cima, água de baixo, foram as coisas que tornaram esta volta uma verdadeira voltinha de inverno!
Mesmo com quinze pessoas, foi possível um pequeno tresmalho, onde invocámos novamente a tecnologia para encontrar o grupo. Com tecnologia é muito fácil: O Gonçalo procura onde está o Alex e vamos na direção do Alex. Só que o Alex fez o mesmo e foi procurar o Gonçalo. De repente, a tenologia criou um “sistema circumciclobinário”. Interessante….excepto para os que tiveram de esperar um bocadinho que a brincadeira acabasse.
Quando a volta se aproximou das horas de almoço, começaram antão as trajetórias de retorno a casa.
O Amaro foi o primeiro a aventurar-se pela Apostiça, numa viagem solitária até casa.
Mais à frente, foi a hora dos Papa Trilhos agulharem novamente para casa. No ponto de despedida, a decisão era simples: Para a esquerda era a Caparica, para a direita era Fernão Ferro. Anda faltavam alguns km para poder chegar a casa, estávamos do lado de lá da Apostiça.
Optei por ficar e acompanhar os Pedaleiros de Sintra novamente ao ponto de início, desconhecendo de que ainda faltava muito da volta. Fizemos o circuito que desce para a Fonte da Telha com a consequente subida a ser feita por uns estradões pela encosta. Houve uma altura em que já doía um bocadinho…
Quando chegou a altura de virar para Marisol, o Paulo e o Bruno tinham um barco para apanhar, e optaram por seguir direto para Porto Brandão. Espero que possam ter, finalmente, ligado o motor elétrico das bicicletas, já que fizeram a voltinha em modo “desligado”. Estavam com 100% de bateria, por isso era só carregar no botão!
Já no final da volta dos Pedaleiros de Sintra, o pedido de “sandes de queijo” foi devidamente interpretado, e não era que tínhamos uma surpresa à chegada?

O grupo já era pequeno, por isso tivemos de comer a parte dos amigos que já tinham ido para casa. Um pequeno sacrifício que fazemos pelos amigos. Afinal de contas, temos de ser uns para os outros.
Paulo Alex, para a próxima, pedimos Caldo Verde!
Senti-me duplamente honrado, pelo que expresso aqui o meu enorme agradecimento aos dois grupos: Pela colaboração dos Papa Trilhos nesta surpresa, e pela receção dos Pedaleiros de Sintra que espero terem gostado.
Quanto às métricas da volta, temos múltiplas versões: Temos o meu, provavelmente uma versão híbrida mais extensa, temos a volta dos Papa Trilhos, e temos a volta dos Pedaleiros de Sintra. Já nem pergunto sobre a versão do Paulo e Bruno que ainda andaram a passear lá para os lados de Belém.
Conseguimos desenhar um belo Aranhiço!

A lista dos 15 heróis deste dia:
· Paulo Alex
· Isabel
· Vitor
· Amaro
· Gonçalo
· Palma
· Morais
· Eduardo
· Paulo Ferreira
· Paulo Rodrigues
· Bruno Rodrigues
· Nuno Coelho
· Nuno Rebelo
· João Mateus
· Pedro Santos
Nota: reportagem entregue fora de prazo