Deparamos-nos com um local bastante simpático de uma calmaria invejável. Quem tiver curiosidade em conhecer melhor o património e gastronomia local, pode consultar o folheto turístico disponível no site da Camara Municipal. Destaca-se o Castelo, a Igreja Matriz, o Pelourinho no centro histórico, entre outros.
O inicio do nosso passeio foi no parque junto às piscinas. As primeiras centenas de metros foram em alcatrão com paragem no 1º café para abastecimento (isto promete!!!). Ainda a subir, fizemos a 2ª paragem para a substituição da bike do Jorge Gois que tinha um problema mecânico na roda traseira. Alguns minutos depois, estávamos a pedalar nos primeiros trilhos.
Entre os olivais da região, fomos acumulando quilómetros. Os estradões eram bastante agradáveis, num sobe e desce constante e com algumas pedras soltas à mistura. A primeira situação da manhã é protagonizada pelo Rikybike San que efectuou um mergulho encarpado com rotação sobre o eixo frontal da bike e aterragem... no chão! A queda, meio aparatosa resultou em pouco mais que isso. A protecção à bike foi perfeita e somente eram visíveis uns arranhões nas pernas. Nada que o orgulho não resolva!
Ainda não tínhamos recomeçado a pedalar, já estávamos a prolongar a nossa paragem, desta vez devido a um furo. Foi a bike do Papa Trilho Tony. Continuámos o nosso passeio pela serra dentro e a melhor parte do percurso estava prometida para o final. Numa descida de perícia, iniciámos o trilho da Amazónia. A beleza rivaliza com os últimos Kms do Alvalade-Porto Covo, mas num trilho mais largo, menos técnico, muito agradável e com inúmeras passagens de água que garantem os pés molhados. Foi o ponto alto do nosso passeio, com decisão unânime!
Foi pena não levarmos o gel de banho, senão a Papa Trilho Bela tinha aproveitado a ocasião.
Chegámos à cidade já passava das 12.30h e depois de acondicionarmos as bikes na carrinha do Felix, que mais um vez teve a amabilidade de providenciar o transporte das nossas bikes, fomos tomar o nosso banho nos balneários da piscina. Cortesia da Camara Municipal que deferiu o nosso pedido de banhos através do Rui San - os nossos agradecimentos à Camara de Santiago do Cacém, na pessoa de Pedro Vilhena, responsável do Serviço de Desporto.
Seguiu-se a prova da gastronomia local, num restaurante já em Sto André - O Capote. As iguarias servidas eram derivados de Porco Preto que mereceram o nosso apetite arregalado. O atendimento.... merecia um tempero directamente proporcional ao preço pago.
Em conclusão, foi um passeio bastante agradável, que adoçou o apetite a futuras visitas à região que proporciona bons trilhos de BTT. Fizemos 35Km distribuídos por 695m de acumulado de subidas.
Participantes Papa Trilhos: Paulo Alex San, Rui San, Jorge Gois, Nelson San, To Ze San, Rikybike San, Tony, Mário san, Bela e Felix San.




Saímos de Vila Franca de Xira em direcção à Ponte.... para de seguida sairmos de estrada durante uns belos km, percorrendo estradões da lezíria, nesta altura o pensamento era comum "o tempo deveria manter-se assim, sem chuva e temperatura amena".
Chegados a Benavente, uma pequena pausa, o percurso até aqui não tinha apresentado dificuldades de maior e, retomámos de seguida as nossas pedaladas, agora em direcção a Coruche. A partir daqui começámos a encontrar terrenos mais "pesados" devido à chuva e à lama proporcionando em certas alturas um bailar constantes das nossas bikes.
À chegada a Coruche, pffffff, o Paulo furou e paragem para arranjo do mesmo furo, nesta altura a chuva já tinha marcado presença constante e, um pouco mais à frente parámos em busca de umas apetecidas bifanas.
Um pouco de estrada em direcção a Montargil para de seguida entrarmos novamente nos estradões, que agora estavam completamente encharcados e pesados dificultando muito a nossa "marcha", mas lá chegámos a Montargil seguindo de imediato para Ponte de Sôr e, durante o percurso várias chamadas para o restaurante numa de mudança de hora constante do nosso banquete, pois faziam-se cada vez mais previsões para a nossa chegada.
Continuando o “Papa Tour”, ladeámos o fio dental, vislumbramos o cai de costas, fizemos a subida como quem vai para o posto de vigia, degustámos o resto dos bidons na Capela de S. Luís, merendámos na comenda, atravessámos o spa Arrábida até aos picheleiros. Fizemos spinning, trecking, molhing e o que mais se pode pedir num dia igual a tantos outros mas sempre inestimável e inigualável pela companhia do grupo.
Chegados aos Picheleiros antes do Parque de Campismo, decisão de seguir por estrada até Azeitão ou por btt. Se por um lado uns quiseram ir pela subida do paraíso, eu fui pelos quintos dos infernos com o Mimosa San numa interminável subida até à rotunda do Califórnia. Onde resolvemos esperar pelo grupo, esperar é bem o termo pois passados uns 15/20 min nada de grupo, então o Mimosa ligou ao Riky que nos informa que estão nas casas de Azeitão…como se diz em Albernoa... "é já ali!!"
Retomámos a marcha e parámos de seguida com um furo na roda traseira da bike do amigo Paulo Semião de sua graça que sem resolução possível ligou para a Gina o ir buscar..E eu? A Mata cavalos EN 10 abaixo até encontrar o Ricky e o Marco a darem banhoca às meninas num parque de lavagens.
O resto já todos sabem, rolar por alcatrão até caselas que era tarde!! Para contar aos netos foram cerca de 60 km que me pareceram o dobro, sempre a subir, descer, lama, sobe outra vez e desce uma vez mais...sempre com vento, pazadas de vento!!.jpg)



Os Papa Trilhos optaram na véspera por combinar juntar-se noutro ponto da quinta do conde (divulgado no blog), dado que às 8:20 não se avistava nenhum Papa Trilhos, resolvi iniciar um passeio por estrada seguindo em direcção a Azeitão, Aldeia de Irmãos, Sesimbra, Cabo Espichel, Fernão Ferro e Casal do Marco.
Eis que senão, dá-se um acontecimento imediato, um feliz ajuntamento uns kms a seguir ao Alto da Vinha e antes da Maçã. A malta sábia, arrematou logo, andas a treinar às escondidas. Bem tive logo que disfarçar “É pá não, sabes pá, nas bombas, coisa e tal...o orçamento....o fmi.....” acho que me safei, juntei-me aos amigos Papa Trilhos e a coisa lá passou, mas o Riky ficou desconfiado.
O grupo agora todo junto rumou em direcção às das pedreiras, em plena subida de calhaus, pedregulhos o Mário San atrapalha-se e zás trás pás, chão com ele, mas nada de grave só uns assobios forçados para aliviar a pressão nas partes baixas. 


